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Chile, Peru, Colômbia e México lideram as melhorias regulamentares na América Latina

Washington, DC:
Nadine Ghannam
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Washington, 20 de outubro de 2011 - Um novo relatório do IFC e do Banco Mundial conclui que 17 das 32 economias da América Latina e do Caribe implementaram reformas regulatórias para facilitar a prática de se fazer negócios para os empresários locais no ano passado. Chile, Peru, Colômbia e México permanecem na liderança regional das melhorias regulamentares e utilizam as novas tecnologias na melhora da transparência e no acesso à infomação em toda a região.

Publicado hoje, o relatório Doing Business 2012Fazendo negócios num mundo mais transparente analisa regulamentos que afetam as empresas nacionais em 183  economias e as classifica em 10 áreas, tais como a resolução de insolvência e comércio entre fronteiras. Este ano, o ranking de facilidade para se fazer negócios foi expandido para incluir o indicador ‘Obtenção de eletricidade’.

O relatório mostra o Chile como líder regional na facilidade de se fazer negócios, ocupa a 39º posição no ranking global. O Chile facilitou a abertura de empresas concedendo, de forma imediata, licença provisória para funcionamento de novas empresas e agilizou o comércio exterior através da implementação de sistema eletrônico para intercâmbio on-line de dados das operações aduaneiras. O Peru, que ocupa a posição 41º, fortaleceu a proteção ao investidor e aboliu a exigência de capital mínimo para as pequenas empresas. 

A Colômbia está entre as 12 economias do mundo que mais fortaleceu a facilidade de fazer negócios em  2010/2011. Ela ocupa a posição 42º e tornou mais fácil abrir um negócio, pagar impostos, e lidar com o processo de insolvência. 

Nos últimos seis anos, Colômbia, México e Peru estiveram entre as 40 economias mundiais que mais implementaram reformas para melhorar o ambiente regulatório para os seus empreendedores. Este ano, o México permaneceu se esforçando para melhorar o ambiente regulatório para as empresas, aliviando os encargos administrativos relacionados ao pagamento de impostos, melhorando o acesso ao crédito, e facilitando o processo de obtenção de licenças de construção, reformas. Tais reformas o permitiu galgar a posição 53º no ranking mundial.

“Governos na América Latina e no Caribe continuam a adotar novas tecnologias para facilitar a vida de empresas locais", declarou Augusto Lopez-Claros, Diretor, Indicadores Globais e Análise, Banco Mundial. "Eles faciliataram o processo de pagamento de impostos, obtenção de crédito, operações de comércio exterior, e registro de propriedades."

Cinco das sete economias regionais que facilitaram o pagamento de impostos o fizeram através da melhoria dos sistemas de  submissão eletrônica. Paraguai e Uruguai melhoraram seus sistemas de informação de crédito através da introdução de plataformas on-line permitindo o acesso aos relatórios de crédito por instituições financeiras. Melhoras na tecnologia levaram a reformas na área de comércio exterior no Chile e Honduras.

"A atividade econômica é suportada por regras que aumentam a eficiência e transparência e sejam acessíveis a todos", declarou Sylvia Solf, principal autora do relatório. Novos dados mostram que os governos ao redor do mundo estão fazendo uso de novas tecnologias para facilitar o acesso as informações pertinentes e aumentar a transparência na regulamentação de negócios. Na América Latina, 25 economias apresentam as exigências de documentação para o comércio exterior disponíveis on-line ou através de avisos ou editais públicos. Transparência e eficiência muitas vezes caminham lado a lado. Mundialmente, os processos comerciais são, em média, duas vezes mais rápido nas economias nas quais as exigências de documentação são facilmente acessíveis.

Sobre a série de relatórios Doing Business
Doing Business analisa regulamentações aplicáveis às empresas nacionais durante seu ciclo de vida, incluindo sua constituição e operações, comércio exterior, pagamento de impostos, e resolução do processo de insolvência. A classificação da facilidade de fazer negócios é baseada em 10 indicadores e cobre 183 economias. Para garantir uma comparação adequada dos dados, as classificações dos anos anteriores são recalculadas, levando em consideração a inclusão de novos indicadores, correção de dados e mudanças na metodologia dos indicadores existentes. Doing Businessnão mede todos os aspectos do ambiente de negócios que são importantes para empresas e investidores. Por exemplo, o relatório não mede questões relativas à segurança, estabilidade macro-econômica, corrupção, nível de qualificação, ou solidez do sistema financeiro. Seus resultados têm estimulado os debates políticos em mais de 80 economias e permitiu um crescente corpo de pesquisa sobre a associação entre regulamentações relativas à atividade empresarial e os resultados econômicos em todas as economias. Para mais informações sobre a série de relatórios Doing Business, visite nosso website - www.doingbusiness.org e nos acompanhe no Facebook através do website:http://www.facebook.com/DoingBusiness.org.

Sobre o Banco Mundial
O Grupo Banco Mundial é uma das maiores fontes mundiais de financiamento e conhecimentos para os países em desenvolvimento. Compõe-se de cinco instituições estreitamente associadas: Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD); Associação Internacional de Desenvolvimento (AID); Corporação Financeira Internacional (IFC); Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA); e Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos (ICSID). Cada uma dessas instituições desempenha papel diferente na missão de combater a pobreza e melhorar os padrões de vida das pessoas no mundo em desenvolvimento. Para obter informações mais detalhadas, favor consultar os websites www.worldbank.org, www.miga.org e www.ifc.org.

Contatos para a região consultas específicas sobre Doing Business 2011:

América Latina e no Caribe

Adriana Gomez +1 (202) 458-5204 
E-mail: agomez@ifc.org

Stevan Jackson  +1 (202) 458-5054 
E-mail: Sjackson@worldbank.org