Maiores reformadores: Leia sobre os 10 maiores reformadores do Doing Business 2009
O Leste Europeu e a Ásia Central dominou este ano dominou a lista dos 10 maiores reformadores, com 4 economias inéditas: Azerbaijão, Albânia, Rep. do Quirguistão, e Bielo-Rússia. A África Subsaariana, que teve um ano recorde para reforma regulamentar, teve quase o mesmo numero para os 10 maiores reformadores: Senegal, Burkina Faso e Botsuana. Dois dos maiores reformadores do ano passado – Colômbia e Egito – retiveram seu status de maiores reformadores. Finalmente, a República Dominicana adicionou uma nação ilha para a lista dos 10 maiores, novidade deste ano.
O Azerbaijão é o principal reformador para 2007/08, com melhorias em sete de dez indicadores. Um guichê único para abertura de empresas começou a funcionar em janeiro de 2008, reduzindo pela metade o tempo, custo e número de procedimentos para criação de empresas. Os registros de empresas aumentaram cerca de 40% nos seis primeiros meses. Isso não é tudo. O Azerbaijão eliminou o limite mínimo de U$ 1.100 para incluir empréstimos na central de registro de crédito, mais do que dobrando o número de mutuários cobertos. Os contribuintes no Azerbaijão agora se beneficiam do pagamento de impostos eletrônicos. As extensas reformas no Azerbaijão o elevaram bastante nas classificações, de 97 a 33 na classificação geral da facilidade de fazer negócios.
Com um recorde de 58 reformas completadas em 28 economias, a África Subsaariana assentou 3 economias entre os 10 maiores reformadores. O Senegal moveu um total de 19 posições, de 168 a 149. Reformas regulamentares foram introduzidas em três áreas, e o Senegal atingiu o status de maior reformador global no âmbito de comércio internacional. O Burkina Faso também tomou grandes passos, movendo se à posição de 148 na classificação geral. Um novo código de trabalho foi aprovado, um guichê único para alvarás de construção foram introduzidas, e a transferência de propriedade se tornou mais fácil. Finalmente, a Botsuana moveu 14 posições para a 38ª posição na classificação. Entre outras reformas, a abertura de empresas foi agilizada pela computadorizasão e o comércio internacional melhorado pelo uso de um sistema eletrônico de intercâmbio de dados.
Dos 10 indicadores de regulamento de negócios, a facilitação de abertura de empresas foi mais uma vez a reforma mais popular. Nove de dez reformadores facilitaram a abertura de empresas. Por exemplo, o Senegal inaugurou um guichê único que uniu sete procedimentos de abertura em apenas um. O tempo requerido para se abrir uma empresa reduziu de 58 a 8. A Albânia uniu regulamentos de empresas, seguridade social, de trabalho, e regulamentos fiscais criando um serviço centralizado; e a Colômbia reduziu substancialmente os custos e simplificou os requerimentos para livros de contabilidade.
